-_-

A Silvia Duprat, Lúcia Campos, António Rosa
minha gratidão pelo amparo a este trabalho.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Transmutação

“Se você acreditar que é um Anjo, um Anjo você se tornou”.
Esta afirmação sugere que se minha consciência pode acreditar que a matéria existe, posso co-criar qualquer outra “realidade” em minha Jornada, já que a matéria nada mais é do que um estado de consciência.
Isto não significa negar o que está diante dos meus olhos e, sim, criar novos olhos para enxergar.
A porta para estes “novos olhos” é a consciência porque ela é o veículo condutor.
E esta Lei vale para todos os eventos do meu sonho. Para aqueles que considerei particulares e também para os coletivos.
Em que Terra estou... devo perguntar frequentemente.
Há inúmeras maneiras de se chegar a este Caminho.
Contemplação, meditação ativa, jejum, peregrinação, dança, nada disso... tudo isso... Enfim, cada qual traça sua rota.
Mas, uma vez no Caminho, o percurso parece ser simples:
Os eventos passam ininterruptamente diante de “nossos olhos”... projetados no telão tridimensional, naquilo que nos iludimos considerar “mundo exterior”.
Os eventos passam, mas nós é que escolhemos o que apanhar na prateleira das experiências.
E as escolhas com Amor são Perfeitas.
Além do quê, apenas nós podemos manifestar:
“Basta! Eu não preciso mais experimentar este evento!”
Ou:
“Estes eventos não me pertencem, eu não preciso chamá-los para mim”.
Ninguém pode criar em meu lugar.
Por isso tenho feito o exercício abaixo, como forma de unificar o “dentro” e o “fora” para alimentar um monólogo amoroso com meus personagens e também com Gaia.
Estou convicta de que ele me transporta continuamente a outras Terras.
E é um exercício que pode ser feito internamente a qualquer instante, em qualquer “lugar”.
Se você não tivesse defeitos, eu também não teria...
Se você está enxergando os meus, é porque não está curando os seus.
(pausa)
Se eu não tivesse defeitos, você também não teria...
Se eu estou enxergando os seus, é porque não estou curando os meus.
(Acolher, iluminar e liberar com Amor o episódio relacionado)
Eu Sou Perfeito e Você também É!
Obrigado(a)!
A transmutação é uma ação em si porque expressa uma vontade consciente de mudar o enredo do sonho. Mas, ela deve vir sempre acompanhada por outra qualidade de ação, aquela que resulta da convivência harmoniosa na 3ª. Dimensão, com os eventos transmutados.
Ou seja,
A 1ª ação é sempre co-criar.
A 2ª ação é conviver harmonicamente na 3ª Dimensão, com as manifestações co-criadas.
Com aquilo que não co-criamos mantemos apenas uma reação, ainda que esta tenha uma aparência de ação.
“Seja Mestre no seu sonho e todo o enredo o acompanhará!”
Então... Vamos co-criar!
A vida é feita de “pequenas” transmutações que dão cor à Existência e nos transportam a múltiplas Terras.
“Este não é um desafio para poucos... É uma oportunidade para todos!”
(continua...)

8 comentários:

António Rosa, José disse...

Adriana

Bons conselhos, que tento praticar, mas anda tudo tão emperrado.

Gostei muito: «Isto não significa negar o que está diante dos meus olhos e, sim, criar novos olhos para enxergar.

adriana disse...

António,
O que emperra concentra energia para espiralar.

Isa Grou disse...

Olá Adriana,

“Seja Mestre no seu sonho e todo o enredo o acompanhará!”

“Este não é um desafio para poucos... É uma oportunidade para todos!”

É isso!
Lindo post...

Beijos.

adriana disse...

Obrigada, Querida!
-_-

Nildo correia disse...

Adriana, muito grato, te amo!

Sem cometários, simplesmente...

Namastê !

marcelo dalla disse...

Tenho feito isso e está dando certo. Muito obrigado por essa lição valiosíssima querida, nunca mais me esquecerei. Bjossss

adriana disse...

Nildo,
Namastê!

adriana disse...

Marcelo,
Eu procuro me lembrar deste exercício todos os dias...
E dá certo, sim.
-_-