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A Silvia Duprat, Lúcia Campos, António Rosa
minha gratidão pelo amparo a este trabalho.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Sinfonia

Eu fico imaginando a Terra e o universo que a cerca, imersos em uma bolha de 3ª Dimensão. Uma fina camada... De fato, um véu que separa esta tela tridimensional das outras dimensões.
Fico imaginando que esta película se desmancha a ponto de ser possível a um número significativo de partículas do que Eu Sou alcançarem a 5ª Dimensão, morada do Corpo de Luz.
Imagino, então, que para estas partículas que rompem a bolha, a 3ª Dimensão jamais será a mesma.
Elas ouvem e expressam cada vez mais a voz de um só Corpo de Luz.
Elas sabem que são um embrião... a semente deste Corpo, que podemos chamar de Anjo.
Elas lembram que vivem o enredo de um sonho... e que este enredo abriga inúmeros personagens e cenários projetados em uma grande tela de 3ª Dimensão, que nos acostumamos a chamar de Terra.
Elas lembram que já habitam a 5ª Dimensão... esta porta de passagem para tantos Cosmos e o último ensejo para a matéria.
Elas lembram que a 3ª Dimensão é ilusória e enxergam os Sinais que vêem na tela.
Elas aprendem a ter uma compreensão amorosa por este derradeiro enredo de um sonho chamado 3ª Dimensão.
E elas já são muitas... muitas... Eu posso ouvir os seus acordes.
Elas estão mudando de Casa.
E começam a ouvir a Sinfonia Cósmica.
Então, me dou conta de que tudo isto não é só imaginação...

3 comentários:

marcelo dalla disse...

Reflexões maravilhosas... este texto é na verdade um poema divino. bjos querida

António Rosa, José disse...

Bom texto, Adriana. Poesia pura. É como um sonho bom. Abraço.

adriana disse...

Marcelo e António,
Namaste!